Quem é
Jéssica Weber
Meu nome é Jéssica Weber. Sou criadora das Oceânicas, educadora tântrica, fotógrafa, artista e investigadora do corpo-território como manifestação poética no mundo.

O espaço
vazio entre as definições.
A mulher em suas multifacetas.
Ancestralidade — espiritualidade — expressão.
Há mais de dez anos, dedico minha trajetória profissional a um trabalho íntimo com mulheres. Sou formada em Fotografia Artística por Danny Bittencourt e em Educação Tântrica pela Escola Aos Caminhos. Tenho aprofundamento em psicanálise e comportamento humano.
Criei minha própria forma de condução a partir das minhas experiências, dos meus estudos e de uma profunda observação de campo com mulheres, como fotógrafa e terapeuta.

A fotografia me ensinou algo que atravessa todo o meu trabalho até hoje:
muitas mulheres não querem apenas ser olhadas.
Elas querem ser vistas de verdade. Minha abordagem terapêutica é integrativa. Acredito que nada está separado: corpo, mente e espírito. Tenho profunda conexão com a ancestralidade e a espiritualidade e mergulho fundo nessas forças que ancoram minha metodologia autoral de trabalho.
Vistas sem julgamento. Sem precisar esconder a própria natureza. Sem precisar suavizar o que sentem, maquiar os monstros, esconder os desejos, justificar as carências, negar os medos ou diminuir a própria potência. Mulheres precisam de espaços íntimos e seguros, férteis para que possam morrer, se desenvolver, reconhecer as domesticações e se encontrar com a lucidez. Mulheres precisam de espaços que as convidem a enlouquecer e a se despedir
dos controles aos quais o poder e o instinto natural que carregamos dentro do peito tanto sucumbem. Meu trabalho é ser esse lugar, a ponte para esse mundo onde não precisamos nos diminuir nem performar; onde podemos encarar a nós mesmas como somos, sem a necessidade de excluirmos partes tão importantes das quais somos compostas. Encontramo-nos com a criatura e a criadora. Transformamo-nos na arte obscena que é pertencer a si mesma, com glória e louvor, monstruosas e santificadas.
Eu acompanho mulheres em momentos de ruptura, expansão, reconexão, elaboração emocional, retomada do prazer, fortalecimento da autonomia e desenvolvimento do protagonismo.
Meu trabalho parte da verdade. Da retirada dos véus, das roupas simbólicas, das performances, das máscaras e de tudo aquilo que criamos para conseguir existir. É um convite para que a mulher acesse tudo o que ela é sem excluir nenhuma parte. A luz, a sombra, a delicadeza, a raiva, o desejo, a beleza, o medo, a força, a carência, a potência, a contradição.
Eu trabalho de forma ritualística porque, para mim, o corpo, as emoções e a vida são rituais. Tudo comunica. Tudo revela. Tudo pode ser caminho quando existe presença, consciência e direção.
Meu trabalho está comprometido com a possibilidade de uma mulher existir sem reprimir a si mesma, sem se colocar em
caixas, sem pedir licença para bancar os próprios desejos e a própria existência. E também com a possibilidade de sentir prazer na jornada, encontrar o caminho do amar e do ser amada e sustentar uma vida mais verdadeira sem abandonar a própria natureza.




